EUA e os “Amigos de Síria” financiam a queda do actual Governo.

Amigos da Síria

Vários países árabes do Golfo Pérsico e os Estados Unidos pretendem destinar 100 milhões de dólares a grupos terroristas da oposição síria em salários e sistemas de comunicação.

EUA, Arábia Saudita, Catar e os Emiratos Árabes Unidos (EAU), ofereceram esta proposta aos rebeldes que tentam derrocar o Governo sírio, na segunda conferência de “Amigos de Síria” celebrada no domingo na cidade turca de Istambul.

Segundo Damasco, esta segunda conferência de “Amigos de Síria”, a que assistiram 70 países árabes e ocidentais, era um “encontro de inimigos”.

Este forum agudizou as suas críticas contra o Governo sírio, apoiando claramente o Conselho Nacional Sírio como “representante legítimo do povo”.

A secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, anunciou a abertura de um canal de financiamento milionário e de recursos técnicos a favor das forças anti-governamentais.

O apoio incondicional dos duplamente entre aspas “Amigos de Síria” aos grupos terroristas contradiz o apoio que o Conselho de Segurança afirma (em declarações difundidas em 21 de março) brindar à iniciativa de Kofi Annan, enviado especial da ONU e da Liga Árabe em assuntos de Síria, bem como os esforços deste para um imediato fim de “toda a violência e violações de direitos humanos”.

China e Rússia, dois membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, bem como Iraque, boicotaram a conferência.

O porta-voz do ministério de Assuntos Exteriores de Rússia, Alexandre Lukashévich, declarou terça-feira que os integrantes do grupo “Amigos de Síria” não querem uma solução da crise síria, e sua iniciativa é como um cavalo de Tróia que facilita a intervenção estrangeira nesse país.

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