Obama adverte o mundo de que os Estados Unidos manterão a superioridade militar.

BARACK OBAMA JUNTO A LEON PANETTA“Os efetivos militares serão menores, mas o mundo tem que saber que Estados Unidos manterá a superioridade da sua força militar (…) As nossas tropas deverão ter o equipamento necessário para ter êxito”, enfatizou Obama durante uma conferência de imprensa desde o Pentágono, juntamente com o secretário de Defesa, Leon Panetta e o chefe de Estado Maior, general Martin Dempsey, para apresentar a nova estratégia militar dos Estados Unidos.

“Seguimos em frente com o Médio Oriente”, advertiu o dignatário depois de referir que os EUA continuarão a “luta pela segurança” e contra o terrorismo no planeta. Para isso “investiremos nas necessidades de segurança no futuro”, agregou.

Passando agora a página para o Pacífico e Ásia

Quando se está a ponto, segundo Obama, de “dar a volta à página de uma década de guerra” em Iraque e Afeganistão, o mandatário estadunidense destacou que na nova estratégia militar, o país fortalecerá a presença na Ásia e no Pacífico.

Obama qualificou a Ásia como uma “região crucial”, mas não acrescentou detalhes sobre qual será a nova estratégia a implementar.

Em referência ao orçamento militar, Obama referiu que este “irá continuando a crescer em defesa porque existem responsabilidades globais”.

“O povo norte-americano tem que entender que podemos manter a nossa segurança com um orçamento maior”, concluiu.

Liderança e Direitos Humanos

Segundo o Chefe de Estado dos EUA, as sus forças militares estão desenhadas para “os Direitos Humanos e a dignidade humana”.

“Lutámos contra os nossos inimigos e instaurámos a liderança dos EUA a nível mundial”, acrescentou.

Durante a conferência de imprensa Barack Obama assinalou que “cumprir com os desafios do mundo requerem todos os elementos necessários para fortalecer a nossa milícia. Há menos guerra, mas devemos perguntar que tipo de militares vamos necessitar depois de terminarem as guerras que existem atualmente”.

Coube ao Secretário de Defesa, León Panetta, informar sobre a redução de gastos no Pentágono.

No seu discurso, o presidente dos EUA previu que a sua proposta originaria uma série de críticas. Samperio assinalou que os candidatos republicanos às próximas eleições “são homens de guerra, que apoiaram a invasão do Iraque, apoiaram a presença dos EUA no Afeganistão e por isso as críticas serão bastante fortes”.

 Fonte: Telesur

,

Comments are closed.